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O Melhor de Mim...

Sábado, 12.05.12

Possuímos o melhor e o pior, sabemos a diferença entre o bem e o mal.

Ao longo dos anos esperamos que não desistam de nós, que nos vejam como somos, que acreditem que somos especiais.

Provavelmente ninguém nos conhece tão bem como nós próprios mas então porque não encontramos alguém que se interesse em conhecer-nos?

Dá trabalho, custa pormo-nos em stand-by para "perder" tempo com outro, requer dedicação, devoção, amor, tudo tem um começo e tudo começa por nós, cá dentro, nas profundezas do desejo.

Será que já alguém descobriu o melhor de ti? Será que sabes o que tens de melhor? 

Não concebo a minha existência dando-me a alguém pela metade, recuso-me a fingir que gosto, a fingir que me dou só para não ficar só.

É necessário estar disponivel, querer dar e receber, caso contrário é continuar a viver na mentira e muitos preferem viver neste registo.

E quando saberemos que a pessoa é a tal? Aquela que quer conhecer-nos? Talvez quando não perceberes que não te escondes, que a caixa fechada a sete chaves já se abriu e o teu sorriso não pára de enfeitar a tua cara.

E mesmo que no fim não seja a pessoa certa, aprendes que consegues ser tu, consegues dar o melhor de ti, e tornas-te uma pessoa melhor sem medo de começar de novo, porque a vida é um cair e um levantar de novo.

 

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publicado por caminhosdaalma às 15:31


1 comentário

De Planeta XXI a 12.05.2012 às 21:48

Sempre fui também dessa opinião, que isto de nos darmos e de conhecer o outro, exige muito de nós, e tal acaba por não ser muito sedutor e apelativo, acabando por desistirmos precocemente, ficando sem saber, se de facto aquela pessoa valia a pena o investimento e dispêndio de tempo.
Também concordo, que devemos viver as relações com sinceridade, sobretudo, sermos primeiramente sinceros connosco próprios, porque só assim poderemos ser sinceros com os outros.
Quando era adolescente, lembro que tive um relacionamento, em que não me permitia ser em parte eu mesmo, como estratégia de conquista, isto é, não parecendo que estava demasiadamente interessada, para não fazer pensar ao outro que estava na "mão" dele, porque pensava eu, que poderia fazer perder o interesse por parte do visado. Em parte, foi algo conseguido, mas muito custoso para mim. Posteriormente, passei a ser eu mesma, gostando os outros ou não, é assim que levam comigo; aparentar ser algo não sou, se um dia foi, já não é, nem será mais. Quem quiser ficar assim mesmo ótimo, caso contrário a fila anda!

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