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Falam da Crise...

Segunda-feira, 06.05.13

Tenho pouco tempo para ver televisão, tento manter-me informada através da internet, pelos jornais e alguns sites.

Todos concordamos que Portugal está num caminho difícil, todos sabemos que a vida dos portugueses está a piorar de dia para dia, a falta de emprego, a falta de dinheiro, a fome, é tudo muito triste. O que eu não consigo entender são os comentários que algumas pessoas são capazes de fazer quando imitem a sua opinião sobre um assunto que outro alguém escreveu. Se lerem com atenção, cada palavra escrita equivale a uma bala de canhão, não falando na linguagem de muito baixo nível razando a pouca vergonha. Insultos vergonhosos. Depois, ao fim de meia dúzia de comentários o assunto da conversa muda e nada tem a ver com o post publicado pelo autor, são comentários sobre o comentário anterior, as pessoas acabam por discutir, comentário a comentário como se de uma discussão presencial se tratasse, fico a imaginar cada pessoa à espera, com os nervos em franja, o momento em que a caixinha aparece na sua janela para rapidamente e com toda a agressividade atacar sem dó nem piedade o comentário anterior. O mais triste é perceber que estes "comentadores" são pessoas que até têm discursos articulados, utilizando por vezes palavras de quinhentos euros, querendo mostar uma sabedoria que no fundo caí por terra, quando a falta de educação impera.

Todos temos direito a opinião mas faz toda a diferença cingirmo-nos simplesmente a isso mesmo, já que estamos todos no mesmo barco e cada um sente as dificuldades à sua maneira, nem pior nem melhor. E por favor, alguma educação e respeito.

"Os homens não têm muito respeito pelos outros porque têm pouco até por si próprios. (Leon Trotsky)

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publicado por caminhosdaalma às 13:12

Carta à Minha Filha...

Sexta-feira, 03.05.13

 

Nasci filha. Filha de duas pessoas com educações completamente diferentes. Como tu queria ser crescida, independente, achava que não precisava de ninguém e que ninguém me percebia. Aprendi algumas coisas da pior maneira e muitas outras ainda as estou a aprender.

Quando tu nasceste, à praticamente dezoito anos, respirei amor verdadeiro e incondicional. Não há palavras para descrever tamanha emoção. Como já deves ter ouvido um milhar de vezes, começamos a fazer, dizer, sentir tudo de outra maneira, passamos a ser responsáveis por uma vida e muitas coisas perdem o valor e ficamos para segundo plano. Não é mau é apenas duro e dificil ser mãe. Até hoje aprendi a ser mãe de uma menina com idades diferentes, todos os anos eram anos em que aprendia a ser mãe de muitas maneiras consoante a idade que tu tinhas. Ensinar-te e orientar-te é e será das responsabilidades mais complicadas que terei de fazer, não só porque tu esperas que eu tenha sempre um resposta para te ajudar como será assustador pensar que te possa dizer algo que na prática pode não funcionar. Não existe um manual para ser mãe e ninguém nos ensina a melhor maneira de o ser.

Sou mãe de uma mulher crescida que me ensina a olhar e a ver muitas coisas que eu como filha já não me lembrava, que me chama a atenção quando fico distraída com as dificuldades da vida. 

Sou mãe de uma rapariga que me chateia, que me faz rir, que acha que sabe tudo sobre todos os assuntos e que vai ser uma mulher de sucesso.

Sou mãe e estou orgulhosa de ti, és inteligente, bem disposta, estudiosa e ás vezes teimosa e casmurra.

Hoje quero dizer-te que estou cá para ti, amanhã também e depois de amanhã também e se por algum acaso não estiver, lembra-te que acima de tudo, todos cometemos erros, todos temos direito a ter segundas oportunidades, até porque ninguém é perfeito. Amanhã serás mãe e concerteza, mesmo sem me dizeres irás saber que a última coisa que queremos é magoar quem amamos. E eu amo-te.

"Paciência de mãe é como a pasta de dentes, sobra sempre um bocadinho"

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publicado por caminhosdaalma às 23:11

Mais um Capitulo...

Domingo, 06.01.13

E mais um ano começa!! Mais um livro se escreve, devagar, capitulo a capitulo.

Em conversa com amigos percebi que a maior parte deles nem liga muito ao fim do ano, como eu, dão mais importância aos aniversários, a nossa vida conta a partir do dia em que nascemos. 

Escrevemos a cada segundo, a cada hora, a cada dia, a cada atitude, bem ou mal tudo se irá resumir no final e esse final muitas vezes corre menos bem, mas como nada acontece por acaso, a vida dá-nos sempre alegrias e situações para comemorar.

O meu início do ano foi extraordinário e vai continuar a ser durante todo o ano, acreditar na vida, nas pessoas, no amor, é uma sensação que há muito tempo não sentia e estou a saborear minuto a minuto.

Mais um livro para escrever sobre o amor, vale a pena passar por dificuldades, contratempos, desencontros, para no fim perceber que tudo não passa de pequenos nadas, comparado com a sensação de alguém gostar de ti como és, com todos os defeitos e todas as virtudes. 

Tudo vale a pena quando se ama e se é amado e isso ninguém nos pode tirar.

 

"A vida é maravilhosa se não se tem medo dela."

Charles Chaplin

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publicado por caminhosdaalma às 12:28

Finais Reais....

Sábado, 13.10.12

Sempre me fez alguma confusão os filmes e os livros acabarem sempre com finais felizes, são histórias de pessoas como todos nós, com profissões banais como qualquer um de nós tem, passam por dificuldades e no final conseguem ultrapassar tudo. Outra coisa que noto são as excelentes qualidades e virtudes que muitos personagens adquirem ao longo da história, todas têm a capacidade de se superar, aprender e resignar perante as adversidades, mesmo os vilões ou acabam por morrer, abandonar a cidade ou assumir os seus erros e pedir perdão. Entendo que a mensagem é essa mesmo, fazer sonhar o leitor e olhar-se interiormente fazendo-o pensar mas, a vida real é tão diferente, somos tão diferentes que por vezes cansa tudo acabar bem.

Eu adoro livros e acima de tudo gosto de escrever, escrevo sobre pessoas reais com histórias reais, só assim me faz sentido, claro que não conto pormenores nem indico os seus nomes verdadeiros, mas conto as suas histórias, porque de alguma maneira me impressionaram ou me ensinaram, e no fundo vistas bem as coisas, devido a essas histórias de vida percebi o quanto precisava aprender, o quanto me fizeram crescer e valorizar a minha própria vida, na realidade podemos tirar vinte cursos superiores, mas o que conta mesmo é a interação com os outros, o quanto te comoves sabendo o seu percurso de vida e muitos não tiveram finais felizes.

Gosto de histórias reais com finais reais e existem finais fantásticos na verdade

"A vida não pode ser escrita a lápis. Você não pode apagar um erro, e corrigi-lo. Mas pode recomeçar em outra linha."

Karen Krüger

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publicado por caminhosdaalma às 00:40

Não há Coincidências....

Quarta-feira, 03.10.12

Ontem voltei a reencontrar uma pessoa que não via há pelo menos três anos, ficámos á conversa muitas horas até porque as mulheres são assim, falam e falam e falam, nunca têm falta de assunto e neste caso tínhamos muito para pôr em dia. Esta amizade já dura há pelo menos dezasseis anos e durante este tempo deixámos de falar uma com a outra pelas mais variadas razões mas nunca afectou a nossa amizade, sempre que nos reencontramos mais parece que foi ontem, nunca nos zangámos apenas a vida nos fez mudar de rumo, regressamos mais maduras, mais tolerantes e mais necessitadas de nos darmos uma á outra.

O mais engraçado é que não vale a pena fazer planos, conheço imensas pessoas que planeiam o seu dia, o seu mês, o seu ano, pretendem fazer este e aquele curso, pensam nas férias com antecedência, tudo é planeado ao pormenor, quando alguma coisa corre mal a frustação apodera-se daquela parte controlada, planeada e segura fazendo-a cair em desgraça num pranto de lamentações.

Três anos é muito tempo acontecem inúmeras situações, pessoas morrem, nascem, novos relacionamentos começam, outros terminam é surpreendente e ao mesmo tempo assustador constatar que não temos control absolutamente nenhum sobre as nossas vidas.

Apenas nos é permitido planear o básico, o que estudar, com quem ter um relacionamento, com quem casar, quando ter filhos, pagar as contas e a partir daqui é tudo uma incógnita, chegamos ao ponto de apenas nos irmos conhecendo interiormente a cada mudança, a cada sofrimento, a cada volta da vida e durante este processo, que nunca pára, ganhamos anticorpos e a provação seguinte já é menos dolorosa e mais aceitável tornando-nos mais fortes e esperançosos.

É difícil aceitar que não somos donos da nossa vida, as frases feitas enchem as redes sociais, o "eu consigo", "eu posso" apenas nos dá coragem perante o enorme receio de perder o poder sobre as coisas, devemos ter sim a vontade inabalável de aceitar a vida conforme nos é apresentada e tirar o melhor partido dela.

Continuo a acreditar que não há coincidências, durante a vida existem pessoas que temos que conhecer, lugares que temos que passar, empregos que temos que dar valor, lágrimas que temos que derramar, embora na altura não consigamos entender, mais tarde, acreditamos que somos quem somos pelo facto de termos passado por elas, tudo fará sentido num mundo que por vezes não faz sentido nenhum.

 

"Não faças planos para a vida porque a vida pode ter planos para ti!"

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publicado por caminhosdaalma às 11:01

Reconquistadas....

Segunda-feira, 03.09.12

Existe uma enorme diferença entre o dizer e o fazer.

As emoções toldam-nos o pensamento, queremos tudo e ao mesmo tempo não queremos nada.

Reconstruir uma vida ou uma relação não é simples, é necessário destruir velhos pensamentos, velhas atitudes, relembrarmo-nos de como era antes, e acima de tudo como é que queremos que seja no "agora".

Reconstruir custa muito, ainda mais quando o fosso entre ambos é escuro e frio, é necessário ter muita paciência e vontade de estar.

É relembrar quem era aquela pessoa quando nos apaixonámos a primeira vez, quando passeámos, quando fomos ao cinema, quando demos o primeiro beijo, quando resolvemos ter filhos, é relembrar que alguém esteve sempre lá para nós, quando chorámos, rimos, perdemos ou ganhámos.

 É tentar dizer que amamos todos os dias e de maneiras diferentes, é tentar surpreender , é tentar sair da rotina porque essa, oh meu deus é a inimiga número um dos relacionamentos.

 

É apenas não nos esquecermos que temos uma missão para a vida...fazer alguém feliz, e se pudermos,  feliz todos os dias.

Reconstruir é dar uma nova hipotese a nós mesmos, de mostrarmos que vale a pena, cada sorriso, cada lágrima e acima de tudo, cada dia, porque a vida é curta e o que vale mesmo a pena é ter a certeza que quando tivermos 70 anos, olharmos para o nosso passado e dizer que fomos amados e compreendidos pela melhor pessoa do mundo, com todos os defeitos e virtudes. 

 

Mas reconstruir só vale a pena quando existe um ingrediente fundamental numa relação.....AMOR! Sem ele...nunca poderemos ser reconquistadas!

 

O mais importante é Nunca Desistir....é como correr, mesmo quando nos sentimos exaustos ainda é possivel correr mais 5 minutos.

 

"Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros."

Confúcio

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publicado por caminhosdaalma às 20:34

Por dentro...

Sexta-feira, 06.07.12

Os anos passam e tudo muda, aprendemos mais sobre nós mesmos e sobre os outros.

Por fora envelhecemos, esta carcaça que carregamos atraiçoa-nos, uns carregam rugas profundas que as pessoas identificam como desgostos ou sofrimentos vividos, outros embora a pele demore mais tempo a demonstrar o passar do tempo, o olhar evidência a tristeza do passado.

E por dentro que idade temos?

Quem somos por dentro?

Existem pessoas que ainda são crianças por dentro, ao não viverem em pleno a sua infância brincam ou têm atitudes como se ainda tivessem 12 ou 13 anos. Outras são muito velhas com pensamentos antigos e palavras cansadas, chatas.

Se não soubesses a idade que tens, que idade achas que terias?

Não sinto a idade que tenho, acho que por dentro tenho muito menos idade, ainda me apetece andar de baloiço e tento, ás escondidas num parque qualquer. Apetece-me pegar na mochila e conhecer meio mundo, experimentar coisas novas como se tivesse 18 anos, apetece-me ser imortal outra vez. Só não me apetece voltar para casa dos meus pais!!! As coisas menos boas não me apetece!!

 

Gostava de voltar ao meu bairro, jogar á apanhada, ao mata, jogar volei na rua, ás escondidas, voltar a ver todos aqueles com quem brinquei, fazer tudo de novo. 

 

A idade está realmente na nossa cabeça, gostava que a vida não me pregasse muitas partidas más, pois gostaria de não perder a idade que sinto que tenho para começar a sentir a idade que realmente tenho. 

 

"Não paramos de nos divertir por ficarmos velhos. Envelhecemos porque paramos de nos divertir." 

 

 

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publicado por caminhosdaalma às 22:55

Conquistas...

Domingo, 20.05.12

Passamos a vida a conquistar, seja um trabalho, seja uma pessoa, seja mais dinheiro.

Poucas coisas me surpreendem, mas aquela que me tem deixado boquiaberta é a capacidade que algumas pessoas têm para nos fazerem descobrir que afinal somos mais do que pensamos.

As dificuldades da vida fazem-nos erguer barreiras, muros gigantes evitando o nosso desenvolvimento, de um momento para o outro, avançar é um risco, tomar decisões é cada vez mais dificil, e como que por magia alguém suavemente nos diz que temos esta ou aquela característica, esta ou aquela capacidade, fazendo-nos avançar, ir mais além.

Por vezes somos conquistadas por nós mesmas, alguém identifica em nós um "querer", um "ser capaz", que até ali nem sabíamos que o possuímos, por momentos neguei essa capacidade, dizendo que não era bem assim, e a pergunta a seguir foi: "O que foi que te fizeram para desistires de ti?"

Esta pergunta levou-me a analisar tudo o que me aconteceu durante os anos menos bons e cheguei á conclusão que ninguém nos obriga a nada, somos nós que desistimos de nós mesmos, é certo que as desilusões e os medos provocam inércia, deixamos de sonhar e de presseguir os nossos sonhos, no fim desculpamos-nos com  a vida, os ex-maridos, os pais, os filhos e a falta de dinheiro.

Ouvir os objectivos, sonhos, anseios, conquistas de outros motiva-me, alegra-me, mergulho neste mar dentro de mim, que fui descobrindo aos poucos, pois renascer não é facil e tomo consciência que, sem saberem conquistam-me,  abriram uma gaveta dentro de mim que nem sabia que estava tão fechada, a gaveta dos sonhos, das possibilidades, dos objectivos, das conquistas.

 

"Lembre-se de que sonhos sem riscos produzem conquistas sem méritos."

Augusto Cury

 

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publicado por caminhosdaalma às 20:24

Paciência de Mãe...

Quarta-feira, 02.05.12

Ouço dizer com frequência que a família é o pilar de tudo, é com a família que devemos contar.

Conheço pessoas que têm na familia o seu porto seguro, a base do equilibrio, o amor incondicional.

Mas devo dizer que não acontece com a maioria das pessoas, o normal são as familias serem disfuncionais, a minha foi disfuncional.

Antes demais os nossos pais e irmãos são pessoas, com muitas virtudes e muitos defeitos, crescemos a ser condescendentes com estas pessoas porque as amamos e desvalorizamos os seus comportamentos. Mas no fundo são pessoas normais como todos nós.

Quando crescemos no amor incondicional de uma mãe e de um pai, sentimos que somos amados, compreendidos, e isto nada tem a ver com a formação académica, não tem nada a ver se os nossos pais são doutores ou iletrados, tem a ver com a dose de amor que eles próprios tiveram, se aprenderam a amar e a demonstrar esse amor.

Nos últimos anos não faltam histórias de país que vão a tribunal contra os filhos e vice-versa, de filhos que matam os pais, os valores de familiares estão a mudar, as pessoas estão a mudar.

Não existe um manual para ser pai ou mãe, não sabemos nada sobre o assunto, rigorosamente nada, apenas sabemos que amamos os nossos filhos acima de tudo e de todos.

Sou mãe, amo os meus filhos incondicionalmente, não sei se estou a fazer um bom trabalho, se as minhas escolhas são as melhores, hoje dou valor a muitas decisões que os meus pais tiveram, a outras nem tanto, mas não é fácil educar, sustentar, e acima de tudo, perceber as mudanças de emoções pelas quais os miudos passam. É assustador!! É uma carta fechada, não sabemos ao certo se eles irão ser as melhores pessoas, se por alguma razão o seu caminho se alterará. Aprendi a lidar com os meus filhos ano após ano, hoje eles têm 16 e 11 anos, e eu lido com esta idade no hoje, no agora e aprendo, outra idade virá e volto a aprender.

Embora não tenha crescido num ambiente saudável e cheio de amor,  aprendi que acima de todas as lições, conselhos, ralhetes, o amor é  tudo o que eles precisam, saber que podem sempre vir chorar no nosso colo, festejar uma vitória, ou convidar-nos para beber um café, saber que somos capazes de os abraçar mesmo que tenham feito a maior asneira da sua vida.

 

"Paciência de Mãe é como a pasta de dentes...sobra sempre um bocadinho!"

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publicado por caminhosdaalma às 13:20

O que te faz falta...

Domingo, 29.04.12

Faço muitas vezes esta pergunta não só a mim como a outros e as respostas são muito semelhantes.

As pessoas sentem falta de amor, companheirismo, de rir, conviver, porque são necessidades do ser humano que não se compram apenas se desejam.

Em conversa com um amigo fiquei comovida com a resposta que me deu, talvez porque os homens não verbalizam sentimentos profundos, talvez porque sempre que o fazem fico a pensar o porquê de mo dizerem. Talvez porque eu me dou ao trabalho de perguntar.

Cada vez mais acredito que não há diálogo, não há interesse em melhorar, em ser uma pessoa melhor para o outro.

 

Ele respondeu -"Sinto falta do romantismo, de jantar á luz das velas, de oferecer flores, de passear na praia, das mãos frias, dos abraços, do beijo seguido do frio na espinha"


As pessoas sentem falta de se sentirem vivas, de se sentirem desejadas, do toque das mãos, de saber que mesmo que o mundo esteja a desabar alguém nos diz que tudo vai correr bem.

 

As pessoas que têm um companheiro/a e que são felizes têm pressa de chegar a casa, têm vontade de ir ao encontro da pessoa que mais os conhece,  ir para o quentinho, para o carinho, para o lugar doce.

 

Hoje, os relacionamentos são frios e distantes, falta o contacto fisico, fazer amor com paixão. É necessário ter imaginação para sair da rotina, as pessoas esqueceram-se da razão de estarem juntos. Devíamos trocar a pergunta - "Amas-me?" pela "Porque me amas?"

 

Faz-me falta o abraço, faz-me falta os beijos longos onde me quero perder, faz-me falta o encantamento, a surpresa, o fazer alguém feliz, faz-me falta fazerem-me feliz, ter com quem falar sobre tudo e sobre nada, os passeios na praia, a cumplicidade do olhar, o esperar alguém, o esperarem por mim...faz-me falta preocupar-me com alguém.

 

Do que nos servem acumular emoções sem ter com quem as partilhar?

 

 

"A vida não é medida por sua respiração, mas por seus momentos de tirar o fôlego."


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publicado por caminhosdaalma às 15:22





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