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Homens que Sofrem...

Sábado, 21.01.12

Há uns anos atrás não viamos os homens a sofrer tanto como agora, os homens a mostrar que sofrem, que choram, que verbalizam que amam uma mulher. Talvez porque as mulheres já não precisem assim tanto deles.

Não considero que os homens sejam os maus e as mulheres as vitimas, embora sejamos muito mais sofredoras, mais vitimas na maior parte das situações; quer familiares; quer profissionais e sociais; mas somos fantásticas também em todas estas áreas.

Reparo que os homens estão mais dados ás relaçoes, estão muito mais instáveis emocionalmente e a sofrerem terríveis perdas: os homens estão realmente a sofrer.

Acredito que por serem tão práticos não conseguem perceber onde e quando fazer a coisa certa, apenas amam e pensam que chega, claro que as mulheres são muito mais complexas, eu sou mulher e contra mim falo: somos realmente artesãs de pensamentos, dúvidas, temos um raciocinio rápido e pomos práticamente tudo em causa.

Permance uma pergunta na minha cabeça: "Se as mães desses homens são mulheres porque nem sempre conseguem "ensinar" a seus filhos como lidar com as futuras mulheres que irão conhecer?"

Existem bons homens: homens respeitadores; sensiveis; preocupados, que sabem ouvir, sentir, ajudar, que se preocupam com o bem estar das mulheres, então porque é que as mulheres não vêm isso? Fácil.... Porque não estamos habituadas. Quando homens com estas características se aproximam pensamos que querem duas coisas: Sexo ou utilizar-nos para qualquer outra situação. Não acreditamos que existam homens assim tão bons e acima de tudo: porquê a mim (duvidamos)? Nós sabemos lidar com os homens (sempre), de duas maneiras: ao ataque ou á defesa.

"Na vingança e no amor a mulher é mais bárbara do que o homem."

Friedrich Nietzsche

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publicado por caminhosdaalma às 14:29


4 comentários

De Pedro Menezes a 21.01.2012 às 23:05

Sobre essa pergunta que permanece na tua cabeça, repara que na maioria dos casos as mães nem conseguem ter uma relação saudável com o filho homem, pois ou este se torna um rival do pai; ou este é o primogénito e consequentemente um tesouro de valor incalculável, valioso demais para ser entregue a uma outra mulher que não ela própria; etc etc. Sendo assim, se estão elas enredadas, na maioria dos casos, nesses emaranhamentos, como podem elas depois conseguir dar essa educação de que falas? Será que elas próprias o aprenderam? Será que elas têm o distanciamento que tu tens para veres a situação de fora? Este assunto dava "pano para mangas".


"O verdadeiro homem quer duas coisas: perigo e jogo. Por isso quer a mulher: o jogo mais perigoso."
Friedrich Nietzsche

De Isa_ a 22.01.2012 às 01:50

desculpa, mas vai te curar! o nietzsche nao disse nada disso!

De Pedro Menezes a 22.01.2012 às 07:33

Minha "querida" ISA, se ele o disse ou não, não estive lá para o ouvir... Retirei isso do meu livro que tenho sobre ele e confirmei depois na internet, mas já percebi que tu deves ter estado lá para saberes se ele o disse ou não! Ainda bem que o sabes, já agora também privaste com o Freud e outros que tal?...

É interessante ver como somos tão pouco tolerantes uns para os outros hoje em dia. Respeito é coisa obsoleta, coisa de gente velha e retrógrada, deve ter ficado esquecida no virar do milénio, tal como o bom senso de se verificar as nossas fontes antes de falarmos; tal como o aceitar de opiniões diferentes das nossas (porque é toda esta diversidade que nos enriquece), entre tantas outras coisas que eu poderia acrescentar aqui, mas que tu nunca irias entender.

O problema está dentro de todos nós e também dentro de ti. Quem tem como frase favorita "Conhece-te a ti mesmo", deveria olhar mais para o seu umbigo (se tiveres lá um piercing, abstrai-te dele) e ter o distanciamento de observar o que te provoca tanta raiva. Olhares para dentro de ti e veres o que na tua vida provoca essa reacção que te leva a responder dessa forma - "Desculpa, mas vai-te curar!" - a um simples comentário na internet, num blog que é gratuito e onde todas as opiniões são bem vindas (até que a dona do mesmo diga algo em contrário).

Espera, não barafustes já, sei que é complicado e sei que vais negar tudo isso, mas um dia chegas lá, todos nós chegamos, por mais intolerantes que sejamos. Um dia todos "torcemos o rabinho" e percebemos que passámos uma vida a espelhar nos outros toda a nossa frustração.

Tem uma boa semana, "querida" ISA e cuidado com a azia à noite... Beijocas

De Planeta XXI a 29.04.2012 às 18:01

Subscrevo tudo o que disse. Este tipo de atitude, falar de cima para baixo, em tom provocador, como se as pessoas lhe devessem algo, como se achassem que a sua opinião ácida é importante para a humanidade, quando no final nada acrescenta, apenas corroí, sem questionar que pode estar a magoar e a ferir a suscetibilidade, é de facto algo recorrente nos nossos dias. Se há coisas irritantes, é alguém dar uma opinião negativa, sem que esta tenha sido solicitada. Penso: se têm algo de positivo para emitirem, ótimo; caso contrário, calem-se para sempre. Mas, se for demasiado difícil manter a boquinha fechada, ao menos que o façam com educação e de forma construtiva. Lidar com esta estripe de gente, só mesmo por extrema necessidade!

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