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Arrepios...

Terça-feira, 18.06.13

Em 2004 quando recebemos o campeonato de futebol, na capas das revistas cor de rosa, aparecia Vitoria Beckham a gastar balúrdios de dinheiro nas lojas, e numa dessas revistas aparecia em letras gordas a dizer que Victoria gastava quinhentos euros diários em compras. Na altura, comentei com o homem que era então meu marido:

- Tu já viste eu gastar quinhentos euros por dia?

Respondeu

- Só gastavas uma vez!!!

ao que eu respondi

- Mas quem disse que o dinheiro seria teu?

 

Eu e uma amiga falávamos sobre casamentos, pergunta-me se eu tinha sido feliz, respondi que tive boas alturas e más alturas. De seguida perguntou se passeávamos, se passávamos tempo juntos, respondi que no princípio do casamento viajámos e tiramos alguns dias a sós. Perante isto comentou:

- Ah pelo menos levou-te a passear!

ao que respondi

- Mas ouve lá, sou algum cão?

 

Ficou completamente parva tanto num caso como no outro, mas ainda mais confusa, que as algumas mulheres não tenham mudado de vocabulário, porque é nas palavras que começa a mudança. Quando ouço alguém fazer a típica pergunta: "O teu marido ajuda-te em casa?" dá-se-me um arrepio pela espinha abaixo, só a palavra "ajudar" me complica com o sistema nervoso, parte-se do principio que o senhor que habita na mesma casa que a mulher, "se puder" te dá uma mãozinha, se não tiver mais nada que fazer. Oh santa paciência.

 

"Se descobrirmos que não podemos ajudar os outros, o mínimo que podemos fazer é desistir de prejudicá-los."

Dalai Lama

 

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publicado por caminhosdaalma às 22:55

Receita para se ver livre de um idiota...

Domingo, 16.06.13

Por todas as razões, iniciámos o ano de 2013 fazendo cortes nas despesas. Cortámos nas saídas à noite, cortámos nos pequenos almoços no café, cortámos no vestuário, cortámos no supermercado e por aí fora. Fomos obrigados a seleccionar para vivermos melhor.

Por todas as razões e mais algumas fui "obrigada" a "cortar" nas amizades porque não eram verdadeiras, percebi que algumas pessoas não me faziam falta.

Receita rápida para "cortar" uma amizade:

1º Passo

Esperar pela altura certa. Esperar que o amigo se arme em esperto, ou seja, deixe-o iniciar a conversa de chacha.

2º Passo

Perceba se a conversa contínua mesmo se você tentar mudar de assunto. Se você sentir que se está a enervar respire fundo, passe-lhe a pá, sentirá um agradecimento por parte do amigo, cavará o buraco mais depressa e não se aperceberá.

3º Passo

Insista e mexa novamente voltando a referir que o assunto já passou e está tudo bem para si. Se o amigo contínua a não parar de falar e ainda por cima vai ao passado buscar outros assuntos, não ligue, isso quer dizer que o preparado

levantou fervura e o buraco está pronto para a introdução do corpo.

4º Passo

Quando sentir o cheiro aveludado de queimado, apague o lume e deixe-o repousar. O moribundo não se apercebe e fica quentinho durante mais uns minutos. Desinforme, utilize a pá e barre com creme de areia, bata um pouco na terra para acentar e coloque a cruz por cima.

Ore e agradeça por tudo o que esse amigo fez por si no passado e vice-versa.

Dê meia volta e regresse aos assuntos importantes da sua vida.

 

 

"A mulher mais idiota pode dominar um sábio. Mas é preciso uma mulher extremamente sábia para dominar um idiota."

Rudyard Kipling

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publicado por caminhosdaalma às 03:58

O Tempo...

Terça-feira, 04.06.13

Com o tempo, que só contabilizamos quando acontecem situações que temos que fazer contas, deixei de ter vontade de escrever com alguma assiduidade. Poderia encontrar imensas razões por não o ter feito, por causa do trabalho, dos filhos, da vida, mas não, sei que não foi devido a estas razões embora tivessem peso. Também não foi devido à falta de inspiração, que por vezes aparece e muito menos por falta de assunto. Existem alturas que nos entristecem de tal maneira que não conseguimos transpor para o papel uma única palavra.

Dei-me conta, ontem enquanto conduzia, que estava assim, triste, há seis meses. Tive que contabilizar. Deixei-me ir, sem perceber. 

Os sentimentos não desaparecem de um dia para o outro, e quando menos esperamos, desligamo-nos de algumas coisas que hoje não me parecem muito importantes. Deixei-me ir e fechei-me. Não gostei desta sensação de me fechar. Fechei-me para sofrer por dentro, e consegui que ninguém se apercebesse. No fundo só refletimos o que queremos. Os outros só sabem o que nós queremos que se saiba. 

Acabou. Quando o amor acaba sem razão plausível, ficamos à espera de encontrar, no caminho, os motivos verdadeiros do fim e, muitas vezes, não existem razões, apenas acaba. Ficamos a pensar se nos enganámos, se nos enganaram, se procedemos bem ou não, e não vale a pena. Certo é, que as pessoas fogem, seja por medo, por falta de ambição ou mesmo por cobardia, mas ninguém foge por falta de amor. 

Hoje acabou.

"O tempo é o melhor autor; sempre encontra um final perfeito."Charles Chaplin


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publicado por caminhosdaalma às 13:07





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