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Desilusão...

Sábado, 09.06.12

A desilusão é a expectativa falhada, é a ideia falhada de alguém ou de alguma coisa.

Queremos acreditar que alguém tem as características que precisamos, que nos fazem ser mais nós, que nos preenchem como pessoas.

Esta sensação, este sentimento provoca o afastamento, pensamos sempre que nos enganaram, que nos foi passada uma imagem falsa, o que no fundo é o contrário, construimos uma ideia errada sobre alguém.

Com os anos aprendi a tentar me desiludir o menos possível, é uma luta constante tentar não criar expectativas elevadas em relação aos outros, até porque sempre que o fazemos estamos a nos beneficiar, estamos a nos reconfortar, estamos a nos dar razão.

Aprendi a substituir sentimentos, ou seja, o outro pode até não ter o comportamento ou atitude que desejo ou que me agrade, mas tem sempre algo que admiro. As desilusões são apenas avisos sobre as coisas que não controlamos, sobre o que temos de aprender sobre nós mesmos, nem sempre tudo tem que correr como queríamos e o mais surpreendente é que por vezes, quando experimentamos á maneira do outro, embora seja diferente, não quer dizer que seja menos saboroso, é apenas diferente e também resulta.

Não sabemos do que somos capazes até o fazermos, as pessoas têm atitudes que questionamos porque não são parecidas com as nossas, e como já as fazemos há muito tempo achamos que temos o poder da razão.

 

E surge a pergunta: "Queres ter razão ou queres ser Feliz?

 

"Se nao estamos prontos para tudo, não estamos prontos para nada" Paul Auster

 

 

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publicado por caminhosdaalma às 23:11


4 comentários

De sonho_realidade a 10.06.2012 às 08:36

Bom dia Fátima! É mesmo isso, a nossa mania de criar expectativas sobre os outros e depois as desilusões não tardam. Bom ler o teu texto e reflectir, somos todos tão diferentes, temos que aprender a viver com essas diferenças. É sempre bom ler-te. Beijinhos.

De Planeta XXI a 10.06.2012 às 21:50

A questão é: será que é possível ser-se feliz, abdicando de nós mesmos, de sabermos que temos a nossa razão, e temos que abdicar dela em nome de algo que muitas vezes é efémero?
Acho que a estratégia reside em tentarmos rodear de pessoas que possuem as mesmas visões que nós; aí nasce a harmonia.

De caminhosdaalma a 11.06.2012 às 18:47

Olá!! Penso que não tem a ver com o abdicar, tem a ver com o não fazer "filmes", não sonhar para além do que nos dão para sonhar. Por vezes conhecemos pessoas com as mesmas opiniões e as mesmas maneiras de ver a vida, mas nós temos prespectivas em relação a isso e os outros nem tanto. Por vezes as expectativas são realizadas e surpreendem-nos quando vão muito para além do que imaginamos e aí nada é efémero. É um risco sonhar, o depois é doloroso, a desilusão é dolorosa.

De diariodeumsonhador a 11.06.2012 às 18:57

Ser Feliz e ter razão era otimo, ou então ser feliz mesmo pedendo a razão.........

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